Archive for the ‘Macrocosmo’ Category
sexta-feira, setembro 26th, 2008

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Compilando dados de incontáveis fontes bioastrônomicas e analisando-os por meio do método de avaliação lógica foi elaborada a Equação Bioastronômica que tem por intenção estimar da maneira mais científica e plausível possível o potencial biótico da nossa galáxia. Confira esse e outros destaques da edição nº 41…
O trabalho científico de Sir William Herschel por Alberto Betzler
Mais do que o descobridor de um planeta, Herschel foi um brilhante astrônomo e construtor de telescópios, tendo realizado observações sistemáticas que iniciaram novos campos de pesquisa astronômica. Tais pesquisas geraram importantes contribuições para entendimento do Sistema Solar e da galáxia que habitamos.
Equação Bioastrônomica por Fabiano Leite
Compilando dados de incontáveis fontes bioastronômicas e analisando-os por meio do método de avaliação lógica foi elaborada a Equação Bioastronômica que tem por intenção estimar da maneira mais científica e plausível possível o potencial biótico da nossa galáxia.
A distância focal por Guilherme de Almeida
Este artigo é o primeiro de uma série dedicada ao conceito de distância focal e a várias das suas implicações. Ao longo dos vários artigos desta série iremos abordando sucessivamente, em sequência coerente, a começar pelos casos mais simples, aspectos muito relevantes para a astronomia de amadores.
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sexta-feira, setembro 26th, 2008

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Nebulosas Planetárias
por Marcelo Cruz
NEBULOSAS PLANETÁRIAS são cascas de gás ejetadas por uma estrela de massa intermediaria (0,8 a 8 M Sol) já nos estágios finais de evolução, na fase posterior às gigantes vermelhas e anterior às anãs brancas. Apresentam-se como nuvens de gás em volta de uma estrela muito quente, geralmente com uma simetria esférica ou bipolar. A origem do nome foi cunhada por William Herschell (1738-1822) em 1784 e se deve à semelhança desses objetos com os planetas gigantes
Bioastronomia
por Fabiano Leite
A BIOASTRONOMIA, também conhecida como Exobiologia e Astrobiologia, é uma ciência bastante arrojada e tecnologicamente avançada, pois de maneira interdisciplinar perscruta o Universo na busca de dados relativos a sua estrutura e potencial biótico. Por meio de uma análise criteriosa percebemos que é difícil citar alguma ciência que não esteja ligada diretamente ou indiretamente com a Bioastronomia, até porque quando se estuda sobre a possibilidade de vida extraterrestre faz-se necessário o estudo minucioso do único planeta habitado por vida inteligente que conhecemos: a Terra. E este estudo se dá por meio da Geologia, Química, Ecologia, Psicologia, Antropologia, Genética, Neurologia, Sociologia etc.
Melhore seu Telescópio
por Guilherme de Almeida
ESTE ARTIGO ABORDA a realização de um melhoramento essencial nas dovetails, com vista a evitar a deterioração nas suas faces laterais, causada pelo aperto dos parafusos de fixação. Pode ainda evitar a queda do tubo óptico caso haja deslizamento da dovetail em relação à fêmea de suporte. Trata-se de um melhoramento de fácil realização requerendo apenas alguns preparativos prévios para assegurar a boa estética e a perfeição do resultado final. O melhoramento proposto pode ser aplicado tanto às dovetails Vixen como a outras semelhantes
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Especial: Missão COROT
Dos planetas distantes ao interior das estrelas | Priscila Ferreira e Ricardo Diaz
A busca por planetas localizados fora do Sistema Solar, que orbitam outras estrelas da nossa galáxia, mais especificamente chamados de exoplanetas, é um dos campos da Astronomia que mais causam fascínio na humanidade e um dos assuntos que mais intrigam os cientistas da área. Se esse planeta descoberto for do tipo telúrico, ou seja possua uma superfície sólida rochosa como a nossa Terra ou Marte, poderá levantar questões como a taxa de ocorrência de outros planetas como o nosso no Universo e se sistemas planetários como o Solar são um modelo ou uma exceção nos processos de formação e evolução estelares.
Especial: Missão COROT
A ciência por detrás da Missão | Ricardo Diaz e Priscila Ferreira
Um dos grandes objetivos do lançamento do satélite COROT é investigar a existência e a localização de planetas, de todos os tipos, fora do Sistema Solar. Para isso será utilizada a técnica de detecção de trânsitos planetários que – ao contrário do método mais utilizado atualmente de medição espectral do movimento da estrela causado pela perturbação gravitacional do planeta a se descobrir – permitirá a descoberta de planetas com o tamanho da Terra.
Especial: Missão COROT
O satélite COROT | Daniel Bins
O telescópio espacial COROT faz parte de uma missão astronômica e astrofísica, que observará 100 mil estrelas dentro do disco da Via Láctea, com os objetivos principais de descobrir novos planetas extrasolares a partir da detecção de trânsitos planetários e estudar a rotação e a convecção das estrelas através da sismologia estelar.
Especial: Missão COROT
Dicas Digitais | Rosely Grégio
Este mês faremos uma edição especial das Dicas Digitais sobre o projeto COROT e sua missão na busca por planetas extrasolares. O novo telescópio espacial tem sua missão astronômica conduzida pela CNES em associação com laboratórios franceses (CNRS) e com vários sócios internacionais de países europeus, inclusive o Brasil.
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Astropolítica
Astropolítica, a dignidade cósmica | Antonio Sánchez Ibarra
Há cinco anos todos os dias ao acordar, sem uma dose de masoquismo, procuro por meios de comunicação confiáveis para ver como anda este nosso planeta. Não porque antes não o fazia, mas pela experiência de ter um enfermo como homem mais poderoso do planeta, que me provoca um certo temor e incredulidade constante, e ao mesmo tempo porque há mais de 2.000 dias vejo gradualmente aspirantes com bons propósitos sendo derrubados um por um.
Efemérides
O céu em 2007 | Rosely Grégio
Para 2007 os eventos celestes prometem bons espetáculos para os observadores assíduos, é claro que, que se tivermos sorte de bons céus sem nuvens. Esta é apenas uma primeira abordagem do que poderá ser observado, sendo que a cada evento específico estaremos alerta para dar maiores detalhe aos nossos leitores.
Dicas Digitais | Rosely Grégio
Mais um ano passou e entramos em mais uma nova órbita em torno de nossa estrela central. Nesse espírito continuaremos nossa órbita na web em busca de novos sites onde a navegação seja de grande valia para nosso entendimento do macroCOSMO, cuja dinâmica é assombrosamente espetacular. Abraços celestes, bons céus, e um 2007 com muita saúde para celebrar a vida em toda sua plenitude.
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Censo Astronômico 2005 | Hemerson Brandão
Durante todo o ano de 2005 foi realizado o “Censo Astronômico 2005”, uma iniciativa da Revista macroCOSMO.com, que teve como seus principais objetivos o de efetuar um levantamento da parcela da população que dedica sua vida à astronomia, além de conhecer o perfil e interesses dos nossos astrônomos brasileiros. Participaram dessa pesquisa desde o simples entusiasta que ainda não participa de atividades ligadas à astronomia, mas já possui um interesse em aprender sobre a ciência dos astros, passando pelos amadores que já participam de diversas atividades astronômicas, mas não são graduados em astronomia, até os profissionais graduados ou pós-graduados em Física e/ou Astronomia. Esperamos que estes dados prévios, que tornamos públicos, sirvam de base para o estudo da situação e planejamento de estratégias de divulgação astronômica no Brasil.
A participação dos astrônomos brasileiros foi voluntária e realizada unicamente através da internet. A divulgação e convite para que os astrônomos participassem desse Censo foi realizada amplamente na internet durante todo o ano de 2005, através das edições eletrônicas e do portal da Revista macroCOSMO.com, além de listas de discussão por e-mail, fóruns, comunidades em redes de relacionamento, boletins e outros sites e portais relacionados ou não à Astronomia. Foram publicadas reportagens nas revistas eletrônicas ComCiência e Ciência Hoje Online, nesta última ganhando destaque na página principal do portal UOL.
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Medicina Espacial
O homem e a aventura espacial | Sebastián Musso
O homem é por sua própria natureza, conquistador e aventureiro. Desde os navegantes do século XV até os atuais viajantes espaciais, estes homens, que a cada dia aumentam em número, se aventuram em meios totalmente diferentes, que nossos anos de evolução não nos adaptaram. Podemos enviar naves robóticas para estudar os planetas, que até poderão nos dizer, daquela distância, se Marte possui um oceano congelado abaixo da superfície, porém nada se aproximará da sensação de estar lá, um de nós, como estiveram presentes aqueles homens na Lua entre 1969 e 1971. Os mesmos que deram pequenos passos em nosso satélite natural confirmando um passo gigantesco para a história da humanidade.
Observação do Céu
Impactos na Lua | Rosely Grégio
Impactos de meteoritos sempre foram acontecimentos constantes na história da formação planetária. Nos tempos mais remotos do Sistema Solar esses eventos foram muito mais intensos e catastróficos do que nos dias atuais e deixaram suas marcas bem visíveis em todos os corpos do Sistema Solar. Cicatrizes que podem ser vistas através de instrumentos como no caso da nossa Lua, e também na superfície da Terra. Apesar dos vários fatores que tiveram ação na degradação e/ou camuflagem desses astroblemas, eles ainda podem ser vistos a olho nu. Todavia, sem que nos demos conta disso, milhares de micrometeoritos bombardeiam diariamente todos os corpos do Sistema Solar.
Dicas Digitais | Rosely Grégio
“Então é Natal, o ano termina e começa outra vez. Então é Natal… e o que você fez?” Esta é uma pergunta que cada um deve fazer a si mesmo! Já o que nós fizemos pôde ser visto ao longo de todas as edições da revista macroCOSMO.com, durante esse ano. Esperamos que a nossa coluna possa ter sido de alguma utilidade para nossos assíduos leitores, e que juntos possamos realizar um trabalho ainda melhor em 2007. Aproveitamos para desejar a todos vocês leitores e à seus famílias um natal de amor, paz e união, e que o ano de 2007 seja extraordinariamente supimpa em todos os sentidos para todos!
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Ensino
UFRJ, o caminho direto para os astros | Priscila Ferreira
A Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, é a primeira instituição a ter entre seus cursos a Graduação em Astronomia no Brasil. Em 1961, formou-se o primeiro aluno, porém só em 1964 o curso foi credenciado. No país não existia uma faculdade específica com o curso de Astronomia, o que levava os pesquisadores a cursar bacharelado em Física e pós-graduação em Astronomia, e tornava o caminho mais longo para atingir suas metas.
Cosmologia
A morte do Universo | Mariano Ribas
Algum dia o Universo se apagará, quando não haverá mais elegantes e resplandecentes galáxias, nem ardentes estrelas. Nem sequer modestos planetas como a Terra ou delicados cometas à deriva. Não restará nada, exceto puro espaço, inimaginavelmente escuro e gelado. Nesse tempo, os ponteiros do relógio cósmico marcarão cifras inimagináveis, tão grandes que não existem palavras para nomea-las, onde os 15 bilhões de anos de idade que hoje nosso Universo possui, parecerão apenas uma gota no gigante mar do tempo.
Dicas Digitais | Rosely Grégio
Entramos na estação das chuvas e o céu torna-se instável para as observações celestes. Então que tal aproveitar esta época para colocar sua leitura em dia, e/ou executar aqueles trabalhos de “escrivaninha” que há tempos estão à espera de serem desengavetados?
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Astronáutica
Turismo Espacial | Daniel Bins
Em setembro de 2006, as atenções em órbita ficaram voltadas para a simpática turista Anousheh Ansari. A bela iraniana de 40 anos é uma bem sucedida empresária norte americana, a primeira turista espacial feminina e a quarta pessoa a entrar em órbita graças a recursos próprios. Ela soma o seu nome junto de outros empreendedores, como os estadounidenses Dennis Tito e Gregory Olsen, e o sulafricano Mark Shuttlework.
Astrogeologia
Os geólogos e a exploração planetária | E. Ivo Alves
Há “planetas para geólogos” e há “planetas só para físicos”. Esta divisão das ciências planetárias segundo grupos profissionais, longe de ser arbitrária, faz algum sentido. Corresponde, afinal, a uma divisão metodológica que é reflexo de dois grupos de objectos bem distintos: os planetas telúricos, ou terrestres, e os planetas gasosos, ou jovianos.
Dicas Digitais | Rosely Grégio
Primavera, um novo recomeço para a natureza terrestre. Céus e terras nos proporcionam visões magníficas, as quais podem ser observadas a todo o momento. Nesta edição convidamos nossos caros leitores a fazer um passeio pelo cyber espaço virtual, onde com certeza vão encontrar muita coisa interessante.
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terça-feira, abril 3rd, 2007

Rapidshare
Astroblemas
Tunguska, o dia que o céu explodiu| Mariano Ribas
Às 07h15min da manhã do dia 30 de junho de 1908, uma imensa bola de fogo azulada, tão ou mais brilhante que o Sol, atravessou como um raio o céu da Sibéria. Em questão de segundos, explodiu no ar sobre o vale do Rio Tunguska, a 6.000 metros de altitude. A explosão foi tão grande que arrasou mais de 1.000 quilômetros quadrados do bosque siberiano, e foi escutada a centenas de quilômetros de distância. Felizmente, as testemunhas humanas mais próximas foram apenas alguns pastores nômades que acampavam a prudentes dezenas de quilômetros de distância. Sem dúvida, o estranho episódio de Tunguska foi o fenômeno mais destrutivo dos últimos milênios, e só não se converteu num grande capítulo da história da humanidade, simplesmente porque afetou apenas uma região despovoada do planeta.
Uranografia
Constelação de Andrômeda, parte II | Saulo Machado Filho
Salva de um fim trágico na mitologia grega, Andrômeda foi transformada pelos deuses em uma das partes mais bonitas do céu. Entre as várias jóias da princesa estão estrelas múltiplas bastante apreciadas por seus amantes astrônomos: planetas extra-solares e galáxias dignas de sua beleza.
Dicas Digitais | Rosely Grégio
Céu estrelado, inverno ameno e lá vamos nós à campo observar os astros com ou sem equipamentos! Também é a ocasião ideal, com céus mais limpos, para os astrofotógrafos registrar em imagens duradouras os momentos da eterna evolução do Universo visível!
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terça-feira, abril 3rd, 2007

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Uranografia
Constelação de Andrômeda | Saulo Machado Filho
Salva de um fim trágico na mitologia grega, Andrômeda foi transformada pelos deuses em uma das partes mais bonitas do céu. Entre as várias jóias da princesa estão estrelas múltiplas bastante apreciadas por seus amantes astrônomos: planetas extra-solares e galáxias dignas de sua beleza.
Observação do Céu
Trânsito de Mercúrio | Rosely Grégio
O trânsito de Mercúrio pelo Sol ocorre aos pares com intervalo de 3 anos e cerca de 13 eventos a cada século. Portanto, em 08 de novembro de 2006, poderemos apreciar pelo menos uma parte deste raro e especial evento, o segundo dos 14 trânsitos previstos para o presente século.
Oficina
Plataformas para Astrofotografia | Ademir L Xavier Jr.
Para se tirar boas astrofotografias utilizando câmera móvel sem telescópio (isto é com exposição maior que 40 segundos), é bem conhecida a solução de se utilizar uma motor drive que faz girar um suporte ou “plataforma” sobre a qual se prende a câmera.
macroRESENHAS
Terra Novae | Edgar Smaniotto
Terra Novae, primeiro romance do geólogo Michael Holz é um trabalho bem sucedido de divulgação científica. Ao citar Arthur C. Clarke, Herbert Franke, Raymond Chandler e Julio Verne em seu posfácio, suas influencias literárias, Holz já nos diz a que veio. Assim como os romancistas acima, o estreante autor brasileiro pretende criar uma obra cientificamente plausível, o que nem sempre é fácil. Unir literatura de qualidade com informações científicas verídicas ou mesmo extrapolações bem construídas pode resultar num meio termo entre ficção e divulgação, não agradando o público de ambos os gêneros. Por isso é sempre mais fácil escrever uma opera espacial que tem na ciência apenas uma referencia um tanto quanto distante.
Dicas Digitais | Rosely Grégio
‘’Ah andar andei, meu coração, navegador…’’. E navegando a gente encontra tudo o que precisa na internet! Por isso, icem as velas, soltem os lastros, levantem as âncoras, inflem os balões, soltem as amarras, cliquem os mouses e lá vamos nós por mais céus, terras e nuvens ao sabor dos quatro ventos!
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