Archive for the ‘Artigos’ Category

A Nascente (The Fountainhead) - de Ayn Rand

sexta-feira, outubro 3rd, 2008

Tão atual hoje quanto na sua época, A Nascente é um romance sobre um herói e sobre aqueles que o invejam e tentam destruí-lo. No personagem do jovem arquiteto intransigente Howard Roark, Ayn Rand apresentou pela primeira vez a figura humana cujas atitudes e posturas na vida revelam o maior objetivo de sua escrita: o homem ideal, o homem tal qual poderia ser e deveria ser. Este controverso romance de Ayn Rand narra a história da luta do arquiteto Howard Roark, cuja integridade era imóvel como o granito… de Dominique Francon, a deslumbrante mulher que amava Roark, mas se casou com seu pior inimigo… da denúncia fanática lançada por uma sociedade revoltada contra um grande criador.

A Nascente (The Fountainhead) - de Ayn Rand
A Nascente (The Fountainhead) - de Ayn Rand

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Nesta obra-prima, Rand apresenta uma das idéias mais desafiadoras já narradas em um livro de ficção: a de que o ego do homem é a nascente do progresso humano. Segundo suas próprias palavras: “Mas nem a política nem a moralidade nem a filosofia são fins em si mesmas, nem na vida nem na literatura. Só o Homem é um fim em si mesmo. Não importa que apenas alguns em cada geração entenderão e alcançarão a realidade total da estatura apropriada ao Homem e que o resto a trairá. São esses poucos que movem o mundo e dão à vida seu significado e é a esses poucos que eu sempre procurei me dirigir. O resto não me diz respeito; não é a mim ou a “A Nascente” que eles trairão: é à suas próprias almas”.

Quem é John Galt? (Atlas Shrugged) - de Ayn Rand

sexta-feira, outubro 3rd, 2008

Atlas Shrugged conta a história de um grupo de homens de negócios e pensadores produtivos que decide se rebelar contra a crescente sociedade medíocre que os rodeia. A história se passa em um EUA fictício onde o governo sanciona leis que proibem a inovação, cria recursos que lhe ampliam os direitos de regular o mercado, define diretrizes que forçam as empresas bem sucedidas a sustentar empresas mal administradas, assegurando assim que ninguém nunca se sobressairá no mercado, e ninguém nunca será banido por incompetência, ou seja, todos terão sempre a mesma participação de mercado, e o acesso a mesma tecnologia, tudo na mais maldita mediocridade.

Quem é John Galt? - de Ayn Rand
Quem é John Galt? - de Ayn Rand

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Imagine um mundo onde o Steve Jobs é proibido de lançar o iPhone porque a Motorola está mal das pernas, e pelas leis do estado regulador, a Apple tem que ajudar a Motorola a se recuperar ao transmitir a ela tecnologia, conhecimentos, clientes e lucros ao invés de investir em inovação para si mesma.

Imagine um mundo onde nenhum livro pode vender mais do que 1.000 cópias, senão estaria tirando espaço de outros livros e outros autores que não tem a chance de aparecer quando um livro vende milhões de cópias.

Esse é o mundo do Atlas Shrugged. Um mundo onde inovação, criação, genialidade e individualidade se tornaram pecado. Um mundo onde se destacar da multidão é errado, onde acumular dinheiro por trabalhar duro é injusto e altamente prejudicial a coletividade. Segundo o estado protetor diretor e decisor, quando um se destaca, mil perdem. Portanto, ninguém pode se destacar.

Você viveria em um mundo onde é proibido se destacar? Você viveria em um mundo onde é pecado vencer?

Retrato do artista quando jovem - de James Joyce

sexta-feira, outubro 3rd, 2008

Em janeiro de 1904, Joyce escreveu um ensaio autobiográfico que intitulou de “A portrait of the artist”. Era a primeira etapa na elaboração daquela que seria uma de suas obras-primas literárias: “Um retrato do artista quando jovem”. Com 22 anos de idade, Joyce descobriu que podia se transformar em um artista escrevendo sobre o processo de se tornar um artista. A recordação da infância e juventude de um menino católico na Irlanda, seu embate com as noções de pecado e santidade e o desejo de expressão individual.

Um Retrato do Artista quando jovem - James Joyce
Um Retrato do Artista quando jovem - James Joyce

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“Um Retrato do Artista Quando Jovem” narra as experiências do jovem Stephen Dedalus e termina com a recriação de seus ritos de passagem para a idade adulta, que incluíram deixar para trás a família, os amigos e a Irlanda para viver no continente. A obra, cuja prosa evolui estilisticamente, enquanto o próprio protagonista se torna capaz de narrar a si mesmo de maneira mais sofisticada, apresenta diversas semelhanças que aproximam a vida de Joyce com a de Stephen. Assim como o jovem personagem, Joyce teve experiências com prostitutas na adolescência, precisou lidar com questões de fé, foi o mais velho de dez irmãos e recebeu educação em escolas jesuítas. O autor, assim como o protagonista, abandonou a terra natal para tentar a vida como poeta e escritor.

O escritor nos convida a penetrar na mente de seu personagem e a acompanhar seus pensamentos, reações, processos psíquicos, e a perceber, implicitamente, sua evolução física.

“Convém compreendermos e nos lembrarmos”, escreve a tradutora Bernardina da Silveira Pinheiro na introdução do livro, “de que nesta obra Joyce vai introduzir, de maneira inovadora, o uso sistemático do monólogo interior”.

“Por entender a importância e a beleza do estilo inovador do autor, e por respeitar o que ele próprio desejava que fosse preservado, procurei, na tradução de ‘Um Retrato do Artista Quando Jovem’, manter, dentro da diferença lingüística e sonora, na medida do possível, o estilo, a melodia e a cadência que, acredito, ele gostaria de encontrar em uma versão brasileira de sua obra”, conclui Bernardina.

1984 (Nineteen Eighty-Four) - de George Orwell

sexta-feira, outubro 3rd, 2008

“Guerra é paz,
Liberdade é escravidão,
Ignorância é força.”

1984 (título original Nineteen Eighty-Four) é o título de um romance escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell e publicado em 8 de Junho de 1949 que retrata o cotidiano numa sociedade totalitária. O título vem da inversão do dois últimos dígitos do ano em que o livro foi escrito, 1948.

O romance é considerado uma das mais citadas distopias literárias, junto com Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo, Laranja Mecânica e Nós. Nele é retratada uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada.

1984 - George Orwell
1984 - George Orwell

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O Grande Gatsby - de F. Scott Fitzgerald

sexta-feira, outubro 3rd, 2008

The Great Gatsby (O Grande Gatsby) é um romance escrito pelo autor americano F. Scott Fitzgerald. Publicado pela primeira vez em 10 de abril de 1925, a história se passa em Nova Iorque, e na cidade de Long Island, durante o verão de 1922.

O Grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald

O Grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald

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A era das crônicas românticas o próprio Fitzgerald chamou de A era do Jazz. Seguida pelo choque e caos da Primeira Guerra Mundial, a sociedade americana vivenciou um nível sem precedentes de prosperidade durante os anos 20 (1920) assim como sua economia. Ao mesmo tempo, foi proibida a consumação de bebidas alcoólicas por menores de dezoito anos, o que fez milionários saírem de seus negócios ingressarem no crime organizado. Embora Fitzgerald, assim como Nick Carraway em seu romance, idolatre os ricos e o glamour da época, ele não se conformava com o materialismo sem limites e a falta de moral.

The Great Gatsby não se popularizou logo na sua primeira edição, vendendo menos de 25.000 cópias durante os 15 anos restantes da vida de seu autor.

Embora o livro tenha sido adaptado para uma peça da Broadway, e um filme de Hollywod, dentro de um ano de publicação, ele foi esquecido durante a Crise de 1929, e a Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, ele foi republicado, em 1945 e 1953, e se difundiu rapidamente ao encontrar um grande número de leitores, e agora a obra é freqüentemente considerado o melhor romance americano. Atualmente é um livro padrão em High Schools (Ensino médio dos Estados Unidos), e em faculdades de todas as partes do mundo que estudam a literatura americana.

Ulisses - de James Joyce (Um certo dia 16 de Junho de 1904 em Dublin, na Irlanda)

quinta-feira, outubro 2nd, 2008

Poucos leram. E, destes que leram, poucos entenderam. É um daqueles livros que deixaram marcas do tamanho do Grand Cânion na Literatura Mundial (Bíblia, Crime e Castigo, Guerra e Paz, Quem é John Galt?, O Capital, são bons exemplos)

Um estilo novo, diferente, único até hoje. Invenção de palavras, passagens inteiras sem pontuação.

Com esse livro, Joyce fez do dia 16 de Junho de 1904 um dos dias mais famosos da história.

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“Um dia na vida da Humanidade. Se fosse possível laçar o tempo ou capturar o Infinito, poderíamos dizer que James Joyce o conseguiu em seu livro. Um dia comum — 16 de junho de 1904 — na vida de pessoas comuns — irlandeses, como ele — numa cidade comum, Dublin. Só o romance é incomum. Quando foi publicado, em 1922, por uma modesta editora de Paris, a Shakespeare and Co., os críticos mais atentos disseram que aquele era ”um romance para acabar com todos os romances”. Não desejavam, com isso, anunciar o fim da literatura, mas sugerir que, a partir dali, nenhum romancista lúcido poderia se contentar em narrar histórias com princípio, meio e fim. Joyce, desconhecendo Freud, devastou os subterrâneos do inconsciente; antes mesmo que o cinema, criou novas técnicas revolucionárias para a narrativa; e, sem ser um filósofo, abriu perspectivas para a compreensão da História como um círculo sem começo nem fim.”
Experimentação literária, diálogos interiores e uma dificuldade imensa na tradução para o Português. Para quem domina a língua de Shakespeare, não há dúvidas: ler o original. E ainda assim fica difícil de entender o livro.

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100 melhores livros publicados em língua inglesa, no século XX

quinta-feira, outubro 2nd, 2008

De: http://www.randomhouse.com/modernlibrary/100bestnovels.html

A editora Random House, uma das maiores e antigas dos EUA, realizou uma pesquisa com leitores e editores há alguns anos atrás, para que apontassem seus livros favoritos de ficção, publicados em língua Inglesa, desde 1900 até o período da votação. Foram 217.520 votos. Apurando os votos, chegaram aos 100 melhores, em ordem decrescente, conforme lista abaixo, na opinião dos editores da própria Random House e na opinião dos leitores.

A pesquisa foi realizada no período de 20 de julho de 1998 e encerrou em 20 de Outubro de 1998. Isto é, lá se vão 10 anos. Mas, apesar disso, ela continua atual. O Século não ficou completo por 1 ano e 1 mês. Mas, acho que nenhum grande livro foi lançado nesse período, para entrar nas listas. E demora um pouco para que um livro “caia” no gosto popular ou seja lido massivamente para entrar em uma lista de votação.

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Carlos Alberto Sardenberg - Afinal, a quem ele tenta enganar?

quinta-feira, outubro 2nd, 2008

O artigo postado pelo Sr. Carlos Alberto Sardenberg é um primor de ilógica. Apenas repete os argumentos que ouvimos e lemos durante os últimos dias, numa bem orquestrada - ou ignorância mesmo - ação da grande mídia sobre o socorro financeiro que, numa primeira tentativa, foi negado pelo Congresso Americano e aprovado após ser remendado e os políticos serem melhor orientados - e pagos - sobre o tema.

O assunto é espinhoso: aos amigos do Rei, as riquezas.

Uma frase que está sendo dita em vários lugares - mas não na grande imprensa - vai virar peça-chave no entendimento nesse tipo de crise: “Lucros Privados, Prejuízos Socializados”.

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O resgate de todos os resgates: golpe de Estado cleptocrata nos EUA

quinta-feira, outubro 2nd, 2008

De: Site Carta Maior

O governo dos EUA mudou radicalmente o caráter do capitalismo norte-americano. Trata-se, nem mais nem menos, de um “golpe de Estado” a favor da classe que Franklin Delano Roosevelt chamava de “bancgsters”. O que aconteceu nas últimas semanas pode alterar o curso do século que começa de maneira irreversível. Estamos diante da maior e mais desigual transferência de riqueza desde que se presentearam terras aos barões das ferrovias na era da Guerra Civil. A análise é de Michael Hudson.

Que duas semanas! No domingo, 7 de setembro, o Tesouro assumiu o controle dos 5,3 bilhões de dólares expostos ao risco hipotecário das empresas Fannie Mae e Freddie Mac, cujos chefes já tinham sido destituídos por fraude contábil. No dia 15 de setembro, Lehman Brothers declarou-se em bancarrota quando possíveis compradores de Wall Street não conseguiram encontrar rastro algum de realidade em sua contabilidade financeira. Dois dias depois, o Federal Reserve concordou em aprovar, a um custo de pelo menos 85 bilhões de dólares, os lucros “assegurados” que a AIG devia a instituições financeiras que, por meio do comércio de valores nas bolsas, apostaram em hipotecas podres e contrataram seguros de cobertura com essa empresa seguradora, o American International Group (cujo chefe, Maurice Greenberg, havia sido destituído poucos anos antes por fraude contábil).

19 de setembro: o momento de inflexão
Mas é o dia 19 de setembro que figurará na história dos EUA como o momento de inflexão. A Casa Branca comprometeu ao menos 500 bilhões de dólares no esforço de aumentar os preços imobiliários a fim de sustentar o valor de mercado das hipotecas podres (hipotecas contratadas sem levar em conta a capacidade dos devedores para pagar e que, além disso, superestimam o preço corrente de mercado que se oferece como garantia da dívida).

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Douglas Adams

quarta-feira, outubro 1st, 2008

Compre livros do Douglas Adams (abrirá numa nova janela)

Ver também —>>> Wikipédia: O dia da Toalha

Douglas Noël Adams (Cambridge, 11 de março de 1952 — Santa Bárbara, 11 de maio de 2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python’s Flying Circus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense, e pela série de rádio, jogos e livros The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy.

Os fãs e amigos de Adams o descreveram também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros ‘apetrechos tecnológicos’. O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro The God Delusion e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, conseqüentemente, tornou-se um ateísta. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluím ambiente e tecnologia.

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